SALMOS PENITENCIAIS São assim designados os salmos 6,32,38,51,102,130 e 143. Excetuando-se os salmos 102 e 130, os demais são de autoria de Davi.São assim chamados por sua ênfase no pedido de perdão por pecados cometidos. Foram assim designados por Cassiodorus no sexto século e colocados no Livro das Horas - livro devocional muito usado na Igreja durante a Idade Média e que tipicamente apresentava : Um calendário das destas religiosas Um sumário dos quatro evangelhos Uma referencia a Maria mãe de Jesus Os quinze Cânticos de Romagem Os sete salmos penitenciais A litania dos Santos Um ofício religioso para os mortos As horas da cruz E várias outras orações. No salmo penitencial a confissão pessoal do pecado domina toda a lamentação. A confissão do pecado pode estar implícita como no caso do salmo 6 ou declarada, explícita. Os autores desses salmos sentem tristeza e repugnância pelo que haviam se tornado. Sentem-se afastados de Deus. Perceberam que estão perecendo e nada podem fazer senão clamar a Deus por misericórdia. Hoje em dia a confissão de pecados talvez não esteja tão presentes nas liturgias de nossas igrejas preocupadas em agradar com o Louvorzão . Possivelmente o sentimento de absolvição de pecados esteja sendo sufocado em muitos crentes. João nos ensina em sua carta: 8 Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. 9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 10 Se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua palavra não está em nós. I João 1:8-10 O padrão desses salmos penitenciais
Confissão do pecado. Vemos sempre dois movimentos nesses salmos: confissão do pecado e pedido de perdão a Deus.Ao confessar meu pecado estou concordando com Deus (sobre esse mesmo pecado ). Para ser bem sincero, fico até mesmo envergonhado de não ter-me sentido tão arrasado como Davi e os demais salmistas . Talvez precise rever se minha consciência não esta cauterizada, insensível. Nesses salmos os autores confessam seu pecado mas declaram Deus justo emborá no papel de Juiz e Carcereiro - mas declaram assim mesmo que Deus é justo!Alem de declararem dessa forma conseguem ver um final feliz na amorosa bondade de Deus. Este é o único raio de esperança em toda sua escuridão. Como o Salmo 130:3 o mostra: 3 Se tu, Soberano Senhor, registrasses os pecados, quem escaparia? Pedido de perdão a Deus. Depois de confessar seu pecado, a justiça de Deus e o amor de Deus, Davi faz os seguintes pedidos:
"Limpa-me do pecado." A purificação que lemos em I João. Se o pecado é o que o separa de Deus, ele quer que ele seja removido para restaura sua intimidade com o Pai. "Purifica-me para o serviço." Davi quer servir a Deus novamente.No salmo 51, declara:
8 Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão. 9 Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades. 10 Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. 11 Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. 12 Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer. 13 Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti. Davi acredita que sua restauração e perdão o capacitará a adorar e levar outros a adorar o Senhor (51:14-15). 14 Livra-me da culpa dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação!E a minha língua aclamará a tua justiça. 15 Ó Senhor, dá palavras aos meus lábios, e a minha boca anunciará o teu louvor. Concluindo: Os salmos penitenciais mostram-me mais sobre meu pecado do que às vezes quero saber. Mais do que isso, revelam um Deus digno de que abandonemos tudo que este velho mundo tem para oferecer, só para aquecermo-nos em seu amor. (Ralph Walker). Deixo abaixo um salmo para meditarmos:
Salmo 130 Cântico de Peregrinação. 1 Das profundezas clamo a ti, Senhor; 2 ouve, Senhor, a minha voz! Estejam atentos os teus ouvidos às minhas súplicas! 3 Se tu, Soberano Senhor, registrasses os pecados, quem escaparia? 4 Mas contigo está o perdão para que sejas temido. 5 Espero no Senhor com todo o meu ser, e na sua palavra ponho a minha esperança. 6 Espero pelo Senhor mais do que as sentinelas pela manhã; sim, mais do que as sentinelas esperam pela manhã! 7 Ponha a sua esperança no Senhor, ó Israel, pois no Senhor há amor leal e plena redenção. 8 Ele próprio redimirá Israel de todas as suas culpas. Escreva abaixo seu salmo penitencial: Jorge Wilson
Categoria: salmos
Escrito por jwilson às 16h55
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Liturgia do Advento IV
4° Reunião do Advento Advento é tempo de esperança nas quatro semanas que antecedem o Natal de Jesus. Com o passar do tempo, a Igreja Cristã foi assimilando festas e comemorações religiosas progressivamente . No fim da Idade Média, o calendário litúrgico havia se tornado tão pesado e tão cheio de elementos estranhos que a Reforma Protestante procurou simplificá-lo, preservando todas as comemorações relacionadas diretamente com a história da salvação. Desse modo vamos tentar trabalhar o Calendário Litúrgico da Igreja Cristã nas suas comemorações mais marcantes, tentando resgatar algo do clima litúrgico que tem inspirado tantos cristãos nesses dois mil anos de história da Igreja..Leremos trechos que nos falam de Cristo, nos toquem o coração e reforcem nossa esperança para a sua Segunda Vinda. Silêncio/Saudação Acender quatro velas e silêncio (dois minutos) O Sumo Sacerdote de uma Nova Aliança:1 O mais importante do que estamos tratando é que temos um sumo sacerdote como esse, o qual se assentou à direita do trono da Majestade nos céus 2 e serve no santuário, no verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, e não o homem.3 Todo sumo sacerdote é constituído para apresentar ofertas e sacrifícios, e por isso era necessário que também este tivesse algo a oferecer. 4 Se ele estivesse na terra, nem seria sumo sacerdote, visto que já existem aqueles que apresentam as ofertas prescritas pela Lei. 5 Eles servem num santuário que é cópia e sombra daquele que está nos céus, já que Moisés foi avisado quando estava para construir o tabernáculo: “Tenha o cuidado de fazer tudo segundo o modelo que lhe foi mostrado no monte”a.6 Agora, porém, o ministério que Jesus recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador é superior à antiga, sendo baseada em promessas superiores.7 Pois, se aquela primeira aliança fosse perfeita, não seria necessário procurar lugar para outra. 8 Deus, porém, achou o povo em falta e disse: “Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá.9 Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados, quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles”, diz o Senhor. 10 “Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias”, declara o Senhor. “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. 11 Ninguém mais ensinará o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: ‘Conheça o Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior.12 Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados”.13 Chamando “nova” esta aliança, ele tornou antiquada a primeira; e o que se torna antiquado e envelhecido está a ponto de desaparecer. Hebreus 8 Cânticos e orações O Nascimento de Jesus é Predito:26 No sexto mês Deus enviou o anjo Gabriel a Nazaré, cidade da Galiléia, 27 a uma virgem prometida em casamento a certo homem chamado José, descendente de Davi. O nome da virgem era Maria.28 O anjo, aproximando-se dela, disse: “Alegre-se, agraciada! O Senhor está com você!”29 Maria ficou perturbada com essas palavras, pensando no que poderia significar esta saudação. 30 Mas o anjo lhe disse: “Não tenha medo, Maria; você foi agraciada por Deus! 31 Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus.32 Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi,33 e ele reinará para sempre sobre o povo de Jacó; seu Reino jamais terá fim”.34 Perguntou Maria ao anjo: “Como acontecerá isso, se sou virgem?”35 O anjo respondeu: “O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com a sua sombra. Assim, aquele que há de nascer será chamado Santo, Filho de Deus.36 Também Isabel, sua parenta, terá um filho na velhice; aquela que diziam ser estéril já está em seu sexto mês de gestação.37 Pois nada é impossível para Deus”.38 Respondeu Maria: “Sou serva do Senhor; que aconteça comigo conforme a tua palavra”. Então o anjo a deixou. Maria Visita Isabel:39 Naqueles dias, Maria preparou-se e foi depressa para uma cidade da região montanhosa da Judéia, 40 onde entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o bebê agitou-se em seu ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.42 Em alta voz exclamou: “Bendita é você entre as mulheres, e bendito é o filhoque você dará à luz!43 Mas por que sou tão agraciada, ao ponto de me visitar a mãe do meu Senhor? 44 Logo que a sua saudação chegou aos meus ouvidos, o bebê que está em meu ventre agitou-se de alegria. 45 Feliz é aquela que creu que se cumprirá aquilo que o Senhor lhe disse!” O Cântico de Maria: 46 Então disse Maria: “Minha alma engrandece ao Senhor 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador,48 pois atentou para a humildade da sua serva. De agora em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada,49 pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor; santo é o seu nome.50 A sua misericórdia estende-se aos que o temem, de geração em geração.51 Ele realizou poderosos feitos com seu braço; dispersou os que são soberbos no mais íntimo do coração.2 Derrubou governantes dos seus tronos, mas exaltou os humildes.53 Encheu de coisas boas os famintos, mas despediu de mãos vazias os ricos.54 Ajudou a seu servo Israel, lembrando-se da sua misericórdia 55 para com Abraão e seus descendentes para sempre, como dissera aos nossos antepassados”.56 Maria ficou com Isabel cerca de três meses e depois voltou para casa. Lucas 1 Silêncio (dois minutos)/ Cânticos e oração O Nascimento de Jesus: 1 Naqueles dias César Augusto publicou um decreto ordenando o recenseamento de todo o império romano. 2 Este foi o primeiro recenseamento feito quando Quirino era governador da Síria.3 E todos iam para a sua cidade natal, a fim de alistar-se.4 Assim, José também foi da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, para Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à linhagem de Davi. 5 Ele foi a fim de alistar-se, com Maria, que lhe estava prometida em casamento e esperava um filho.6 Enquanto estavam lá, chegou o tempo de nascer o bebê, 7 e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o em panos e o colocou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. Os Pastores e os Anjos:8 Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. 9 E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados. 10 Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: 11 Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor. 12 Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura”.13 De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:14 “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor”.15 Quando os anjos os deixaram e foram para os céus, os pastores disseram uns aos outros: “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos deu a conhecer”.16 Então correram para lá e encontraram Maria e José, e o bebê deitado na manjedoura. 17 Depois de o verem, contaram a todos o que lhes fora dito a respeito daquele menino, 18 e todos os que ouviram o que os pastores diziam ficaram admirados. 19 Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração.20 Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham visto e ouvido, como lhes fora dito. A Supremacia de Cristo:15 Ele é a imagem do Deus invisível,o primogênito de toda a criação,16 pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra,as visíveis e as invisíveis,sejam tronos ou soberanias,poderes ou autoridades;todas as coisas foram criadas por ele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste. 18 Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a supremacia.19 Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude, 20 e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus,estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz. 21 Antes vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. 22 Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação, 23 desde que continuem alicerçados e firmes na fé, sem se afastarem da esperança do evangelho, que vocês ouviram e que tem sido proclamado a todos os que estão debaixo do céu. Esse é o evangelho do qual eu, Paulo, me tornei ministro. Colossenses 1 Cântico: Noite Feliz Cada um pega uma vela , acende-a numa das quatro velas e dá o seu testemunho sobre o ano que se encerra e fala de sua esperança para 2010. Oração do Pai-Nosso dirigindo as velas individuais para as quatro que representam a esperança na Segunda Vinda de Jesus.. Bênção e saudação: - Um Feliz Natal a todos e ótimo bom 2010! Jorge Wilson
Escrito por jwilson às 15h52
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Liturgia do Advento III Terceira quarta-feira do Advento Advento é tempo de esperança nas quatro semanas que antecedem o Natal de Jesus. Com o passar do tempo, a Igreja Cristã foi assimilando festas e comemorações religiosas progressivamente . No fim da Idade Média, o calendário litúrgico havia se tornado tão pesado e tão cheio de elementos estranhos que a Reforma Protestante procurou simplificá-lo, preservando todas as comemorações relacionadas diretamente com a história da salvação. Desse modo vamos tentar trabalhar o Calendário Litúrgico da Igreja Cristã nas suas comemorações mais marcantes, tentando resgatar algo do clima litúrgico que tem inspirado tantos cristãos nesses dois mil anos de história da Igreja. Serão quatro quartas-feiras que antecedem o Natal. Advento é tempo de esperança e esperança no Cristo, na sua Segunda Vinda. Leremos trechos que nos falam de Cristo, nos toquem o coração e reforcem nossa fé nEle. Silêncio Saudação Acender três velas Orações Silêncio (dois minutos) A Alegria dos Redimidos 1 O deserto e a terra ressequida se regozijarão; o ermo exultará e florescerá como a tulipa; 2 irromperá em flores, mostrará grande regozijo e cantará de alegria. A glória do Líbano lhe será dada, como também o resplendor do Carmelo e de Sarom; verão a glória do Senhor, o resplendor do nosso Deus. 3 Fortaleçam as mãos cansadas, firmem os joelhos vacilantes; 4 digam aos desanimados de coração: “Sejam fortes, não temam! Seu Deus virá, virá com vingança; com divina retribuição virá para salvá-los”.5 Então se abrirão os olhos dos cegos e se destaparão os ouvidos dos surdos. 6 Então os coxos saltarão como o cervo, e a língua do mudo cantará de alegria. Águas irromperão no ermo e riachos no deserto. 7 A areia abrasadora se tornará um lago; a terra seca, fontes borbulhantes. Nos antros onde outrora havia chacais, crescerão a relva, o junco e o papiro. 8 E ali haverá uma grande estrada, um caminho que será chamado Caminho de Santidade. Os impuros não passarão por ele; servirá apenas aos que são do Caminho; os insensatos não o tomarão. 9 Ali não haverá leão algum, e nenhum animal feroz passará por ele; nenhum deles se verá por ali. Só os redimidos andarão por ele, 10 e os que o Senhor resgatou voltarão. Entrarão em Sião com cantos de alegria; duradoura alegria coroará sua cabeça. Júbilo e alegria se apoderarão deles, e a tristeza e o suspiro fugirão. Isaias 35 Cântico Orações O Nascimento de João Batista é Predito 5 No tempo de Herodes, rei da Judéia, havia um sacerdote chamado Zacarias, que pertencia ao grupo sacerdotal de Abias; Isabel, sua mulher, também era descendente de Arão.6 Ambos eram justos aos olhos de Deus, obedecendo de modo irrepreensível a todos os mandamentos e preceitos do Senhor.7 Mas eles não tinham filhos, porque Isabel era estéril; e ambos eram de idade avançada.8 Certa vez, estando de serviço o seu grupo, Zacarias estava servindo como sacerdote diante de Deus.9 Ele foi escolhido por sorteio, de acordo com o costume do sacerdócio, para entrar no santuário do Senhor e oferecer incenso. 10 Chegando a hora de oferecer incenso, o povo todo estava orando do lado de fora.11 Então um anjo do Senhor apareceu a Zacarias, à direita do altar do incenso. 12 Quando Zacarias o viu, perturbou-se e foi dominado pelo medo. 13 Mas o anjo lhe disse: “Não tenha medo, Zacarias; sua oração foi ouvida. Isabel, sua mulher, lhe dará um filho, e você lhe dará o nome de João. 14 Ele será motivo de prazer e de alegria para você, e muitos se alegrarão por causa do nascimento dele, 15 pois será grande aos olhos do Senhor. Ele nunca tomará vinho nem bebida fermentada, e será cheio do Espírito Santo desde antes do seu nascimento. (...) 18 Zacarias perguntou ao anjo: “Como posso ter certeza disso? Sou velho, e minha mulher é de idade avançada”.19 O anjo respondeu: “Sou Gabriel, o que está sempre na presença de Deus. Fui enviado para lhe transmitir estas boas novas.20 Agora você ficará mudo. Não poderá falar até o dia em que isso acontecer, porque não acreditou em minhas palavras, que se cumprirão no tempo oportuno”.21 Enquanto isso, o povo esperava por Zacarias, estranhando sua demora no santuário. 22 Quando saiu, não conseguia falar nada; o povo percebeu então que ele tivera uma visão no santuário. Zacarias fazia sinais para eles, mas permanecia mudo.23 Quando se completou seu período de serviço, ele voltou para casa.24 Depois disso, Isabel, sua mulher, engravidou e durante cinco meses não saiu de casa.25 E ela dizia: “Isto é obra do Senhor! Agora ele olhou para mim favoravelmente, para desfazer a minha humilhação perante o povo”. Lucas 1 O Nascimento de João Batista 57 Ao se completar o tempo de Isabel dar à luz, ela teve um filho.58 Seus vizinhos e parentes ouviram falar da grande misericórdia que o Senhor lhe havia demonstrado e se alegraram com ela.59 No oitavo dia foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome do pai, Zacarias;60 mas sua mãe tomou a palavra e disse: “Não! Ele será chamado João”.61 Disseram-lhe: “Você não tem nenhum parente com esse nome”.62 Então fizeram sinais ao pai do menino, para saber como queria que a criança se chamasse. 63 Ele pediu uma tabuinha e, para admiração de todos, escreveu: “O nome dele é João”. 64 Imediatamente sua boca se abriu, sua língua se soltou e ele começou a falar, louvando a Deus. 65 Todos os vizinhos ficaram cheios de temor, e por toda a região montanhosa da Judéia se falava sobre essas coisas. 66 Todos os que ouviam falar disso se perguntavam: “O que vai ser este menino?” Pois a mão do Senhor estava com ele. O Cântico de Zacarias 67 Seu pai, Zacarias, foi cheio do Espírito Santo e profetizou:68 “Louvado seja o Senhor,o Deus de Israel,porque visitou e redimiu o seu povo.69 Ele promoveu poderosa salvação para nós, na linhagem do seu servo Davi,70 (como falara pelos seus santos profetas, na antiguidade),71 salvando-nos dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam,72 para mostrar sua misericórdia aos nossos antepassados e lembrar sua santa aliança,73 o juramento que fez ao nosso pai Abraão:74 resgatar-nos da mão dos nossos inimigos para o servirmos sem medo,75 em santidade e justiça, diante dele todos os nossos dias.76 E você, menino, será chamado profeta do Altíssimo, pois irá adiante do Senhor, para lhe preparar o caminho,77 para dar ao seu povo o conhecimento da salvação, mediante o perdão dos seus pecados,78 por causa das ternas misericórdias de nosso Deus, pelas quais do alto nos visitará o sol nascente,79 para brilhar sobre aqueles que estão vivendo nas trevas e na sombra da morte, e guiar nossos pés no caminho da paz”.80 E o menino crescia e se fortalecia em espírito; e viveu no deserto, até aparecer publicamente a Israel. Lucas 1 Orações Cântico 3 Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês. 4 Em todas as minhas orações em favor de vocês, sempre oro com alegria 5 por causa da cooperação que vocês têm dado ao evangelho, desde o primeiro dia até agora. 6 Estou convencido de que aquele que começou boa obra em vocês, vai completá-la até o dia de Cristo Jesus. 7 É justo que eu assim me sinta a respeito de todos vocês, uma vez que os tenho em meu coração, pois, quer nas correntes que me prendem, quer defendendo e confirmando o evangelho, todos vocês participam comigo da graça de Deus. 8 Deus é minha testemunha de como tenho saudade de todos vocês, com a profunda afeição de Cristo Jesus. 9 Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais em conhecimento e em toda a percepção, 10 para discernirem o que é melhor, a fim de serem puros e irrepreensíveis até o dia de Cristo, 11 cheios do fruto da justiça, fruto que vem por meio de Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus. Filipenses 1 Orações Bênção e saudação Jorge Wilson
Escrito por jwilson às 15h46
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Liturgia do Advento II
2° Quarta-feira do Advento Advento é tempo de esperança nas quatro semanas que antecedem o Natal de Jesus. Com o passar do tempo, a Igreja Cristã foi assimilando festas e comemorações religiosas progressivamente . No fim da Idade Média, o calendário litúrgico havia se tornado tão pesado e tão cheio de elementos estranhos que a Reforma Protestante procurou simplificá-lo, preservando todas as comemorações relacionadas diretamente com a história da salvação. Desse modo vamos tentar trabalhar o Calendário Litúrgico da Igreja Cristã nas suas comemorações mais marcantes, tentando resgatar algo do clima litúrgico que tem inspirado tantos cristãos nesses dois mil anos de história da Igreja.Serão quatro quartas-feiras que antecedem o Natal. Advento é tempo de esperança e esperança no Cristo, na sua Segunda Vinda. Leremos trechos que nos falam de Cristo, nos toquem o coração e reforcem nossa fé nEle. Acender duas velas – duas pessoas oram Silêncio (dois minutos) Leitura: 1 Um ramo surgirá do tronco de Jessé, e das suas raízes brotará um renovo.2 O Espírito do Senhor repousará sobre ele, o Espírito que dá sabedoria e entendimento, o Espírito que traz conselho e poder, o Espírito que dá conhecimento e temor do Senhor.3 E ele se inspirará no temor do Senhor. Não julgará pela aparência, nem decidirá com base no que ouviu;4 mas com retidão julgará os necessitados, com justiça tomará decisões em favor dos pobres. Com suas palavras, como se fossem um cajado, ferirá a terra; com o sopro de sua boca matará os ímpios.5 A retidão será a faixa de seu peito, e a fidelidade o seu cinturão.6 O lobo viverá com o cordeiro, o leopardo se deitará com o bode, o bezerro, o leão e o novilho gordo pastarão juntos;a e uma criança os guiará.7 A vaca se alimentará com o urso,seus filhotes se deitarão juntos, e o leão comerá palha como o boi.8 A criancinha brincará perto do esconderijo da cobra, a criança colocará a mão no ninho da víbora.9 Ninguém fará nenhum mal, nem destruirá coisa alguma em todo o meu santo monte, pois a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar.10 Naquele dia as nações buscarão a Raiz de Jessé, que será como uma bandeira para os povos, e o seu lugar de descanso será glorioso. Isaias 11 Cântico: 1 No décimo quinto ano do reinado de Tibério César, quando Pôncio Pilatos era governador da Judéia; Herodes, tetrarca da Galiléia; seu irmão Filipe, tetrarca da Ituréia e Traconites; e Lisânias, tetrarca de Abilene; 2 Anás e Caifás exerciam o sumo sacerdócio. Foi nesse ano que veio a palavra do Senhor a João, filho de Zacarias, no deserto. 3 Ele percorreu toda a região próxima ao Jordão, pregando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados. 4 Como está escrito no livro das palavras de Isaías, o profeta: “Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele.5 Todo vale será aterrado e todas as montanhas e colinas, niveladas. As estradas tortuosas serão endireitadas e os caminhos acidentados, aplanados.6 E toda a humanidade verá a salvação de Deus’ ”.7 João dizia às multidões que saíam para serem batizadas por ele: “Raça de víboras! Quem lhes deu a idéia de fugir da ira que se aproxima? 8 Deem frutos que mostrem o arrependimento. E não comecem a dizer a si mesmos: ‘Abraão é nosso pai’. Pois eu lhes digo que destas pedras Deus pode fazer surgir filhos a Abraão. 9 O machado já está posto à raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e lançada ao fogo”.10 “O que devemos fazer então?”, perguntavam as multidões.11 João respondia: “Quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem nenhuma; e quem tem comida faça o mesmo”.12 Alguns publicanos também vieram para serem batizados. Eles perguntaram: “Mestre, o que devemos fazer?” 13 Ele respondeu: “Não cobrem nada além do que lhes foi estipulado”.14 Então alguns soldados lhe perguntaram: “E nós, o que devemos fazer?”Ele respondeu: “Não pratiquem extorsão nem acusem ninguém falsamente; contentem-se com o seu salário”.15 O povo estava em grande expectativa, questionando em seu coração se acaso João não seria o Cristo.16 João respondeu a todos: “Eu os batizo com água. Mas virá alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de desamarrar as correias das suas sandálias. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo. 17 Ele traz a pá em sua mão, a fim de limpar sua eira e juntar o trigo em seu celeiro; mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga”. Lucas 3 Tres orações Leitura: 2 “Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens estão no passado distante, em tempos antigos.” 3 Por isso os israelitas serão abandonados até que aquela que está em trabalho de parto dê à luz. Então o restante dos irmãos do governante voltará para unir-se aos israelitas.4 Ele se estabelecerá e os pastoreará na força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, o seu Deus. E eles viverão em segurança, pois a grandeza dele alcançará os confins da terra. 5 Ele será a sua paz. Miqueias 5 Cânticos 5 “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. 16 E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, 17 o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês. 18 Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês. 19 Dentro de pouco tempo o mundo não me verá mais; vocês, porém, me verão. Porque eu vivo, vocês também viverão.20 Naquele dia compreenderão que estou em meu Pai, vocês em mim, e eu em vocês.21 Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”.22 Disse então Judas (não o Iscariotes): “Senhor, mas por que te revelarás a nós e não ao mundo?”23 Respondeu Jesus: “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos morada nele. 24 Aquele que não me ama não obedece às minhas palavras. Estas palavras que vocês estão ouvindo não são minhas; são de meu Pai que me enviou.25 “Tudo isso lhes tenho dito enquanto ainda estou com vocês.26 Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse. 27 Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo.28 “Vocês me ouviram dizer: Vou, mas volto para vocês João 14 As duas vindas de Cristo (Cirilo. bispo de Jerusalém – 348 A.D.) Anunciamos a vinda de Cristo: não apenas a primeira, mas também a segunda, muito mais gloriosa. Pois a primeira revestiu um aspecto de sofrimento, mas a segunda manifestará a coroa da realiza divina. Aliás, tudo o que concerne a nosso Senhor Jesus Cristo tem quase sempre uma dupla dimensão. Houve um duplo nascimento: primeiro, ele nasceu de Deus, antes dos séculos; depois, nasceu da Virgem, na plenitude dos tempos. Dupla descida: uma, discreta como a chuva sobre a relva; outra, no esplendor, que se realizará no futuro. Na primeira vinda, ele foi envolto em faixas e reclinado num presépio; na segunda, será revestido num manto de luz. Na primeira, ele suportou a cruz, sem recusar a sua ignomínia; na segunda, virá cheio de glória, cercado de uma multidão de anjos. Não nos detemos, portanto, somente na primeira vinda, mas esperamos ainda, ansiosamente, a segunda. E assim como dissemos na primeira: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Mt 19,9), aclamaremos de novo, no momento de sua segunda vinda, quando formos com o s anjos ao seu encontro para adorá-lo: “Bendito o que vem em nome do Senhor”. Virá o Salvador, não para ser novamente julgado, mas para chamar a juízo aqueles que se constituíram seus juízes. Ele, que ao ser julgado, guardara silêncio, lembrará as atrocidades dos malfeitores que o levaram ao suplício da cruz, e lhes dirá: “Eis o que fizestes e calei-me” (Sl 49,21). Naquele tempo, ele veio para realizar um desígnio de amor, ensinando aos homens com persuasão e doçura; mas, no fim dos tempos, queiram ou não, todos se verão obrigados a submeter-se à sua realeza. O profeta Malaquias fala dessas duas vindas: “Logo chegará ao seu templo o Senhor que tentais encontrar” (Ml 3,1). Eis uma vinda. E prossegue, a respeito da outra: “E o anjo da aliança, que desejais. Ei-lo que vem, diz o Senhor dos exércitos; e quem poderá fazer-lhe frente, no dia de sua chegada? E quem poderá resistir-lhe, quando ele aparecer? Ele é como o fogo da forja e como a barrela dos lavadeiros; e estará a postos, como para fazer derreter e purificar (Ml 3,1-3). Paulo também se refere a essas duas vindas quando escreve a Tito: “A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tt 2,11-13). Vês como ele fala da primeira vinda, pela qual dá graças, e da segunda, que esperamos? Por isso, o Símbolo da fé que professamos nos é agora transmitido, convidando-nos a crer naquele que “subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim”. Nosso Senhor Jesus Cristo virá, portanto dos céus, virá glorioso no fim do mundo, no último dia. Dar-se-á a consumação do mundo, e este mundo que foi criado será inteiramente renovado. |
(http://www.padrehenrique.com/index.php/padres-da-igreja/638--as-duas-vindas-de-cristo-sao-cirilo-de-jerusalem) Silêncio (dois minutos) Orações Bênção e saudação
Escrito por jwilson às 15h42
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Liturgia do Advento
Primeira quarta-feira do Advento Advento é tempo de esperança nas quatro semanas que antecedem o Natal de Jesus. Com o passar do tempo, a Igreja Cristã foi assimilando festas e comemorações religiosas progressivamente . No fim da Idade Média, o calendário litúrgico havia se tornado tão pesado e tão cheio de elementos estranhos que a Reforma Protestante procurou simplificá-lo, preservando todas as comemorações relacionadas diretamente com a história da salvação. Segundo o Pr da Igreja Metodista Filipe Pereira de Mesquita e Zelia Constantino: "O ano litúrgico outra coisa não deve ser senão uma ampliação da revelação que em Cristo se tornou um evento, isto é, um ano centralizado em Cristo" (A.D. Müller, apud von Allmen, p. 280).
O calendário litúrgico é um plano de adoração que se baseia nos grandes temas da história da salvação, especialmente na vida de Cristo. De acordo com esse plano de adoração, os textos mais expressivos da Bíblia se sucedem a cada domingo, formando o lecionário. Assim, o lecionário é a coleção de textos bíblicos a serem usados a cada domingo na celebração do ano litúrgico. O lecionário inclui textos do Antigo Testamento, texto das Epístolas e textos do Evangelho. A comemoração do ano litúrgico é importante porque permite reviver os principais eventos da história da salvação e evitar a repetição desnecessária de textos bíblicos que focalizam apenas alguns aspectos da história bíblica, da história da salvação.
Como já foi dito, o costume do povo judaico de rememorar com festas anuais os grandes feitos de Deus na libertação do povo de Israel tem seqüência no Cristianismo nas datas que o povo cristão relembra a história de sua redenção. Essas datas compõem o calendário cristão, ou ano litúrgico. Numa sequência ordenada, ele começa com a esperança de Israel, tem continuidade no nascimento, vida e morte e ressurreição de Jesus; lembra a descida do Espírito Santo e termina no atual período em que vive a Igreja - nas Primícias do Reino, à espera da consumação final vitoriosa de nosso Senhor e Mestre. Os períodos ou fases do Calendário cristão, a seguir descritos, são os adotados quase que universalmente pelas Igrejas chamadas históricas (as mais antigas), estando a sua sequência calcada na tradição wesleyana. A fim de marcar mais claramente estas épocas, a Igreja lança mão de leituras bíblicas especiais, cores distintas para as roupas dos ministros e ministras, dos coros, das toalhas das mesas e púlpitos, e estandartes ou bandeiras. Infelizmente, no Brasil, por uma reação exagerada aos abusos do catolicismo romano, a Igreja Protestante deu pouca ênfase ao Calendário Cristão. Somente há alguns anos, ela vem reconhecendo o quanto perdeu ao desprezar estes importantes elementos para a contínua renovação de sua vida de adoração.
EIS AQUI UM RÁPIDO ESBOÇO DO CALENDÁRIO CRISTÃO, COM SUA DESCRIÇÃO: 1ª Estação - O ADVENTO: É a primeira estação do ano litúrgico, e designa o período em que a Igreja relembra e medita no significado da vinda (nascimento, encarnação) do Verbo Jesus. Advento quer dizer vinda, chegada. Compreende os quatro domingos que antecedem o Natal. A pregação e o ensino nesta época focalizam as profecias a respeito da vinda de Jesus e preparo espiritual necessário para recebê-lo. Entre seus símbolos estão as trombetas (sinal de anúncio), a coroa do advento feita com folhas do cipreste (apontando para a realeza), as quatro velas roxas ou vermelhas (uma para cada domingo). A cor liturgia é a roxa. Dá-se ênfase às músicas de Natal. 2ª Estação - O NATAL: Comemorado no dia 25 de dezembro e no(s) domingo(s) que antecede(m) o dia 6 de janeiro (conforme o ano, a celebração pode ser de um só domingo ou de dois). Nesta ocasião se enfatiza a encarnação (o tornar-se humano) de Jesus Cristo, o Filho de Deus que veio participar da natureza humana. Para o cristão, esta data é muito mais do que uma festa de alegria onde se confundem a troca de presentes e a alegria de se estar com familiares com as Boas Novas do nascimento do Salvador. Entre seus símbolos estão a manjedoura. A cor litúrgica é a branca, lembrando a pureza. http://www.frutosdaluz.com.br/html/criancas_metodista/adultos/07_datas/01-datas_04.htm . Desse modo vamos tentar trabalhar o Calendário Litúrgico da Igreja Cristã nas suas comemorações mais marcantes, tentando resgatar algo do clima litúrgico que tem inspirado tantos cristãos nesses dois mil anos de história da Igreja. Serão quatro quartas-feiras que antecedem o Natal. Advento é tempo de esperança e esperança no Cristo, na sua Segunda Vinda. Leremos trechos que nos falam de Cristo, nos toquem o coração e reforcem nossa fé nEle. Acender a primeira vela – uma pessoa ora Silêncio (dois minutos) Leitura: 14 “Dias virão”, declara o Senhor, “em que cumprirei a promessa que fiz à comunidade de Israel e à comunidade de Judá.15 “Naqueles dias e naquela época farei brotar um Renovo justo da linhagem de Davi;ele fará o que é justo e certo na terra.16 Naqueles dias Judá será salva e Jerusalém viverá em segurança, e este é o nome pelo qual ela será chamada: O Senhor é a Nossa Justiça”. Jeremias 33 Cântico: Leitura: 1 A ti, Senhor, elevo a minha alma. 2 Em ti confio, ó meu Deus. Não deixes que eu seja humilhado, nem que os meus inimigos triunfem sobre mim! 3 Nenhum dos que esperam em ti ficará decepcionado; decepcionados ficarão aqueles que, sem motivo, agem traiçoeiramente. 4 Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas;5 guia-me com a tua verdade e ensina-me, pois tu és Deus, meu Salvador, e a minha esperança está em ti o tempo todo. 6 Lembra-te, Senhor, da tua compaixão e da tua misericórdia, que tens mostrado desde a antiguidade.7 Não te lembres dos pecados e transgressões da minha juventude; conforme a tua misericórdia, lembra-te de mim, pois tu, Senhor, és bom. 8 Bom e justo é o Senhor; por isso mostra o caminho aos pecadores. 9 Conduz os humildes na justiça e lhes ensina o seu caminho. 10 Todos os caminhos do Senhor são amor e fidelidade para com os que cumprem os preceitos da sua aliança. Salmo 25 Três pessoas oram: 11 Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos. 12 A noite está quase acabando; o dia logo vem. Portanto, deixemos de lado as obras das trevas e revistamo-nos da armadura da luz. 13 Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. 14 Ao contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da Carne. Romanos 13 Cânticos, orações e bênção.
Escrito por jwilson às 15h12
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O mistério da Trindade III
A declaração do Pai e a descida do Espírito na filiação de Jesus 21 Quando todo o povo estava sendo batizado, também Jesus o foi. E, enquanto ele estava orando, os céus se abriu 22 e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba. Então veio dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”. Lucas 3 A identidade de Jesus é afirmada na sua relação com o pai. Ele sabe quem é na medida que sabe quem seu Pai é através da confissão de abba pelo poder do Espírito.A identidade de Jesus não foi conquistada, mas dada. E é assim conosco. Se a minha identidade é conquistada preciso ficar o tempo todo provando o que sou. A filiação de Jesus é reafirmada na Transfiguração em Mateus 17:5: 5 Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: “Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no!” Jesus esta identificado com os atos de Deus 1 No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. 2 Ele estava com Deus no princípio.3 Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito .João 1 A Supremacia de Cristo e a sua imagem do Pai 15 Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação, 16 pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra,as visíveis e as invisíveis,sejam tronos ou soberanias,poderes ou autoridades;todas as coisas foram criadas por ele e para ele. 17 Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste. Colossenses1 O ES como garantia do que virá - 2 Coríntios 5 1 Sabemos que, se for destruída a temporária habitação terrena em que vivemos, temos da parte de Deus um edifício, uma casa eterna nos céus, não construída por mãos humanas. 2 Enquanto isso, gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação celestial, 3 porque, estando vestidos, não seremos encontrados nus. 4 Pois, enquanto estamos nesta casa, gememos e nos angustiamos, porque não queremos ser despidos, mas revestidos da nossa habitação celestial, para que aquilo que é mortal seja absorvido pela vida. 5 Foi Deus que nos preparou para esse propósito, dando-nos o Espírito como garantia do que está por vir..2 Cor 5 O Pai é transparente com o Filho e lhe confia todo o julgamento João 5 e Atos 17 Atos 17 20 Pois o Pai ama ao Filho e lhe mostra tudo o que faz. Sim, para admiração de vocês, ele lhe mostrará obras ainda maiores do que estas. 21 Pois, da mesma forma que o Pai ressuscita os mortos e lhes dá vida, o Filho também dá vida a quem ele quer. 22 Além disso, o Pai a ninguém julga, mas confiou todo julgamento ao Filho, 23 para que todos honrem o Filho como honram o Pai. Aquele que não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou. João 59 “Assim, visto que somos descendência de Deus, não devemos pensar que a Divindade é semelhante a uma escultura de ouro, prata ou pedra, feita pela arte e imaginação do homem. 30 No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. 31 Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem (Cristo)que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos”.atos 17 Interessante é sentirmos que quando adentramos esse espaço da Trindade na oração que fazemos entramos na presença de Deus e isso tem dde ser feito com reverência como está descrito em Apocalipse 8: 1 Quando ele abriu o sétimo selo, houve silêncio nos céus cerca de meia hora. 2 Vi os sete anjos que se acham em pé diante de Deus; a eles foram dadas sete trombetas. 3 Outro anjo, que trazia um incensário de ouro, aproximou-se e se colocou em pé junto ao altar. A ele foi dado muito incenso para oferecer com as orações de todos os santos sobre o altar de ouro diante do trono. 4 E da mão do anjo subiu diante de Deus a fumaça do incenso com as orações dos santos. Entendo que a oferta agradável a Deus foi exatamente esse diálogo – as orações de todos os santos - que Ele nos permitiu participar. Entendo também que a oração é mais para ouvir que para falar haja visto o silêncio na presença de Deus. Precisamos entender oração muito além do aspecto peticionário pois afinal foi Jesus que disse: 7 E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. 8 Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem. Mateus 6 A Igreja do Oriente leva isso à sério . Na oração, primeiro Deus fala, depois é que eu falo. Foi assim com Samuel (“fala Senhor que teu servo ouve”), com Isaías (“envia-me a mim”), com Maria (“faça-se segundo a Tua vontade”) e Bartimeu (“que eu torne a ver”). A razão de ser da oração não sou eu, mas Deus. Não oro para “me dar bem”, mas para que Deus seja glorificado. Aprendemos a orar, orando. Mesmo com motivos egoístas devemos continuar orando para aprendermos a orar e entrar nessa dimensão da Trindade. O Espírito Santo criou relacionamentos – Atos 2 A Comunhão dos Cristãos 42 Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. 43 Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. 44 Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. 45 Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. 46 Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, 47 louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava diariamente os que iam sendo salvos. Eu demonstro minha vida com o Espírito Santo pela minha forma de interagir com as pessoas e não pela dramaticidade dos dons.. I Joao 4:7: 7 Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Estêvão, cheio do Espírito Santo mantém a mesma relação com Deus, Igreja e seus inimigos. Atos 7 54 Ouvindo isso, ficaram furiosos e rangeram os dentes contra ele. 55 Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, levantou os olhos para o céu e viu a glória de Deus, e Jesus em pé, à direita de Deus, 56 e disse: “Vejo os céus abertos e o Filho do homem em pé, à direita de Deus”. 57 Mas eles taparam os ouvidos e, dando fortes gritos, lançaram-se todos juntos contra ele, 58 arrastaram-no para fora da cidade e começaram a apedrejá-lo. As testemunhas deixaram seus mantos aos pés de um jovem chamado Saulo. 59 Enquanto apedrejavam Estêvão, este orava: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito”. 60 Então caiu de joelhos e bradou: “Senhor, não os consideres culpados deste pecado”. E, tendo dito isso, adormeceu. Nos enchemos do Espírito Santo por uma linguagem de amizade pelo povo de Deus. O que cria a comunidade são as nossas conversas (Efésios 5). Nas igrejas “de auditório”, como essas palavras entre os membros diminuem, aumentam o volume e a coreografia do Louvor para tentar dar um “efeito compensatório”. 15 Tenham cuidado com a maneira como vocês vivem; que não seja como insensatos, mas como sábios, 16 aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus. 17 Portanto, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor. 18 Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem, mas deixem-se encher pelo Espírito, 19 falando entre si com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e louvando de coração ao Senhor, 20 dando graças constantemente a Deus Pai por todas as coisas, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo.21 Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo. Efésios 5 O Pai é o fundamento da missão do Filho 38 Pois desci dos céus, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. JOAO 6 5 Por isso, quando Cristo veio ao mundo, disse: “Sacrifício e oferta não quiseste, mas um corpo me preparaste; 6 de holocaustos e ofertas pelo pecado não te agradaste. 7 Então eu disse: Aqui estou, no livro está escrito a meu respeito; vim para fazer a tua vontade, ó Deus”HEBREUS 10 O futuro da missão do Filho não é a própria glória mas a glória do Pai Quando, porém, tudo lhe estiver sujeito, então o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, a fim de que Deus seja tudo em todos. Por instituição a igreja é o Corpo de Cristo e por constituição ela é a koinonia do Espírito Santo. Muitas vezes achamos que se temos boa teologia vamos ter crescimento ou, se cantamos bem, louvamos bem. A presença do ES é que vai dizer á igreja quem ela é. Jorge Wilson Outras meditações em: http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.aspOu http://jwilson.blog.uol.com.br/Textos Bíblicos : CD ROM Nova Versão Internacional I Co 15;28O exemplo de vida em comunidade da Trindade nos inspira, como ensina Paulo:
Escrito por jwilson às 15h23
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O mistério da Trindade II
A intimidade de Jesus com o Pai. Paulo ensina que a oração não é uma atividade puramente humana, mas 26 Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. 27 E aquele que sonda os corações conhece a intenção do Espírito, porque o Espírito intercede pelos santos de acordo com a vontade de Deus. Rom 8:26-27 NVI O Filho é quem revela o Pai 25 Naquela ocasião Jesus disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos, e as revelaste aos pequeninos. 26 Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado.27 “Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar. Mateus 11 7 Os setenta e dois voltaram alegres e disseram: “Senhor, até os demônios se submetem a nós, em teu nome”.18 Ele respondeu: “Eu vi Satanás caindo do céu como relâmpago. 19 Eu lhes dei autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; nada lhes fará dano. 20 Contudo, alegrem-se, não porque os espíritos se submetem a vocês, mas porque seus nomes estão escritos nos céus”.21 Naquela hora Jesus, exultando no Espírito Santo, disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor dos céus e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e cultos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado.22 “Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, a não ser o Pai; e ninguém sabe quem é o Pai, a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar”. Lucas 10 A oração de Paulo em Efesios 3 – Cristo e o Espírito agindo no crente A Oração de Paulo pelos Santos 14 Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai, 15 do qual recebe o nome toda a família nos céus e na terra. 16 Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os fortaleça no íntimo do seu ser com poder, por meio do seu Espírito, 17 para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; e oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor, 18 vocês possam, juntamente com todos os santos, compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, 19 e conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus. 20 Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós, 21 a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre! Amém! Efésios 3 O Pai tudo entrega ao Filho Joao 3 34 Pois aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque ele dá o Espírito sem limitações. 35 O Pai ama o Filho e entregou tudo em suas mãos. 36 Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele”. Dependência completa de Jesus ao Pai 16 Então os judeus passaram a perseguir Jesus, porque ele estava fazendo essas coisas no sábado. 17 Disse-lhes Jesus: “Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando”. 18 Por essa razão, os judeus mais ainda queriam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também estava dizendo que Deus era seu próprio Pai, igualando-se a Deus.19 Jesus lhes deu esta resposta: “Eu lhes digo verdadeiramente que o Filho não pode fazer nada de si mesmo; só pode fazer o que vê o Pai fazer, porque o que o Pai faz o Filho também faz.20 Pois o Pai ama ao Filho e lhe mostra tudo o que faz. Sim, para admiração de vocês, ele lhe mostrará obras ainda maiores do que estas. 21 Pois, da mesma forma que o Pai ressuscita os mortos e lhes dá vida, o Filho também dá vida a quem ele quer.22 Além disso, o Pai a ninguém julga, mas confiou todo julgamento ao Filho, 23 para que todos honrem o Filho como honram o Pai. Aquele que não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou.(...) 26 Pois, da mesma forma como o Pai tem vida em si mesmo, ele concedeu ao Filho ter vida em si mesmo.27 E deu-lhe autoridade para julgar, porque é o Filho do homem. (...) 30 Por mim mesmo, nada posso fazer; eu julgo apenas conforme ouço, e o meu julgamento é justo, pois não procuro agradar a mim mesmo, mas àquele que me enviou. Joao 5 Jesus , sua missão e o Pai – João 6 38 Pois desci dos céus, não para fazer a minha vontade, mas para fazer a vontade daquele que me enviou. 39 E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia.40 Porque a vontade de meu Pai é que todo aquele que olhar para o Filho e nele crer tenha a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. (...) 44 Ninguém pode vir a mim, se o Pai, que me enviou, não o atrair; e eu o ressuscitarei no último dia. (...) 56 Todo aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57 Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, Jesus glorifica o nome do Pai e Deus aceita 20 Entre os que tinham ido adorar a Deus na festa da Páscoa, estavam alguns gregos. 21 Eles se aproximaram de Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, com um pedido: “Senhor, queremos ver Jesus”. ser glorificado o Filho do homem.24 Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto. 25 Aquele que ama a sua vida, a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna. 26 26 Quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará.27 “Agora meu coração está perturbado, e o que direi? Pai, salva-me desta hora? Não; eu vim exatamente para isto, para esta hora. 28 Pai, glorifica o teu nome!” Então veio uma voz dos céus: “Eu já o glorifiquei e o glorificarei novamente”.29 A multidão que ali estava e a ouviu, disse que tinha trovejado; outros disseram que um anjo lhe tinha falado.30 Jesus disse: “Esta voz veio por causa de vocês, e não por minha causa. João 12 Jesus falava totalmente em submissão ao Pai – João 12 49 Pois não falei por mim mesmo, mas o Pai que me enviou me ordenou o que dizer e o que falar. 50 Sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu digo é exatamente o que o Pai me mandou dizer”.joao 12 Jesus, o Caminho para o Pai 5 Disse-lhe Tomé: “Senhor, não sabemos para onde vais; como então podemos saber o caminho?” 6 Respondeu Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. 7 Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Já agora vocês o conhecem e o têm visto”. 8 Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta”. 9 Jesus respondeu: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? 10 Você não crê que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu lhes digo não são apenas minhas. Ao contrário, o Pai, que vive em mim, está realizando a sua obra. 11 Creiam em mim quando digo que estou no Pai e que o Pai está em mim; ou pelo menos creiam por causa das mesmas obras. 12 Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai. 13 E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. 14 O que vocês pedirem em meu nome, eu farei. João 14 Jesus Promete o Espírito Santo João 1415 “Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. 16 E eu pedirei ao Pai, e ele lhes dará outro Conselheiro para estar com vocês para sempre, 17 o Espírito da verdade. O mundo não pode recebê-lo, porque não o vê nem o conhece. Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês. 18 Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês. 19 Dentro de pouco tempo o mundo não me verá mais; vocês, porém, me verão. Porque eu vivo, vocês também viverão. 20 Naquele dia compreenderão que estou em meu Pai, vocês em mim, e eu em vocês. joao 14 A Obra do Espírito Santo - Traz para nós o que é do Filho e que tinha recebido do PAI. 13 Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir. 14 Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês.15 Tudo o que pertence ao Pai é meu. Por isso eu disse que o Espírito receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. João 16
Escrito por jwilson às 15h22
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O mistério da Trindade I
TRINDADE A palavra Trindade não aparece na Bíblia. As Escrituras consideram que Jesus é digno de adoração e Jesus não é o mesmo a quem se refere como “Pai” e ele mesmo promete “outro consolador”.Então o desenvolvimento dessa doutrina trinitária é decorrência do que estava implícito nas Escrituras. Os cristãos logo aprenderam que rogavam ao Pai em nome de Jesus e sob a direção do Espírito Santo. Tertuliano (200 d.C.)foi quem pela primeira vez usou a palavra Trindade, afirmando que Deus é uma substância em três pessoas. Houve heresias em relação a essa compreensão da Trindade porque alguns não aceitavam que Jesus , mesmo sendo divino, tivesse a mesma posição que Deus e com o Espírito Santo a resistência à sua divindade foi grande. Ário, presbítero de Alexandria achava que Jesus não poderia ser um com o Pai pois não seria eterno, teria sido criado após . A reação a essas heresias nos trouxe documentos da Igreja que foram afirmando cada vez mais essa doutrina .Nesse caso de Ário o Concílio de Niceia em 325 d.C. respondeu com o Credo que que estabelecia que o Filho é “Deus verdadeiro, engendrado, não feito; da mesma substância (hommoousion) que o Pai”. Posteriormente houve debates quanto à divindade do Espírito Santo. Os Pais da Capadócia (Macedônia em 360d.C.) Basilio de Cesareia, Gregorio de Nisra e Gregorio de Nazianza vieram ajudar a Igreja no Concílio de Niceia com a elaboração de um documento – o Credo Niceno (381 d.C.) em que declarava que Jesus era da mesma substancia com o Pai (homoousios)e além disso que o Espírito Santo procede igualmente do Pai e do Filho. Alguns anos depois o Concilio de Calcedonia (451 d.C.) estabeleceu a doutrina das duas naturezas de Cristo- perfeitamente humano e perfeitamente divino. Credo Niceno A importância de nos debruçarmos sobre o mistério da Trindade Em nossa oração adoramos ao Pai em nome de Jesus e no poder do Espírito. Na Oração Sacerdotal em João 17:20-21 vemos Jesus suplicar para que os salvos participem da mesma amizade que a Trindade: 20 “Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles,21 para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Normalmente esse versículo é só usado para fins ecumênicos o que prejudica sua compreensão no estudo da Trindade e seu relacionamento conosco. A oração é a forma como entramos para participar da comunhão trinitária. A Trindade existe para a criação de uma Linguagem. Perichoresis No desenvolvimento da Igreja, Cristo institui e o Espírito constitui. Comunhão na igreja não é só as pessoas se reunirem para eventos mas para ter um modo de relacionamento com fundamento na Trindade em que há mútua ajuda para todos se transformarem à imagem de Jesus. No Corpo de Cristo somos membros uns dos outros e lá,no uso de meus dons, é onde eu percebo minha identidade. É muito importante essa apreciação equilibrada das duas naturezas, divina e humana, de Cristo. Para parte do catolicismo Cristo parece uma figura nebulosa situado entre Deus e os santos e abaixo de Maria. Então seu significado humano, adulto encarnado, fica distante e perde influência para a vida optando-se pela veneração ao santos e Maria. No protestantismo a ênfase da divindade de Jesus traz um certo abandono ou despreocupação da sua humanidade encarnada e aí, na busca de exemplos humanos, o protestante ao invés de venerar Maria e os santos vai venerar pregadores, superpastores da mídia, por exemplo. Basílio de Cesaréia ensina que toda a ação de Deus na criação, redenção e santificação acontece “por meio do filho' e “no Espírito”. Assim como toda a Trindade estava envolvida na criação (Gen 1:1-3) toda ela está envolvida na redenção. foi o termo inventado para explicar como as pessoas da Trindade se relacionavam entre si. Esse termo resgata a individualidade das pessoas assim como insiste em que cada pessoa compartilha da vida das outras duas Na ação de cada pessoa da Trindade as outras também estão presentes. Trindade é comunhão e isso traz repercussão para o ser humano pois as correntes modernas de pensamento não cristão falam da individualidade do ser enquanto os cristãos falam de uma comunhão com a Trindade e entre si mesmos. Deus nos criou para participar dessa amizade da Trindade. É nessa amizade que descobrimos que Igreja não é uma instituição mas um jeito de ser, de existir e coexistir.
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, tanto das cousas visíveis como das invisíveis.
E em um só Senhor Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os mundos, Deus de Deus, Luz da Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus, gerado, não criado, de uma só substância com o Pai, por quem todas as cousas foram feitas; o qual por nós homens e pela nossa salvação desceu do céu e se encarnou pelo Espírito Santo da Virgem Maria e foi feito homem; foi também crucificado por nós sob Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado; e ao terceiro dia ressuscitou segundo as Escrituras, e subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai e virá novamente em glória a julgar os vivos e os mortos, cujo Reino não terá fim.
E no Espírito Santo, Senhor e Doador da vida, o qual procede do Pai e do Filho, que juntamente com o Pai e o Filho é adorado e glorificado; que falou pelos profetas.
E numa única santa Igreja Cristã e Apostólica. Confesso um só Batismo para remissão dos pecados, e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro.
Amém.
Escrito por jwilson às 15h20
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Solitude, comunidade e ministério
Em Lucas 6:12 a 23 lemos: A Escolha dos Doze Apóstolos 12 Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. 13 Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou apóstolos:14 Simão, a quem deu o nome de Pedro; seu irmão André; Tiago; João; Filipe; Bartolomeu;15 Mateus; Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Simão, chamado zelote; 16 Judas, filho de Tiago; e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor. 17 Jesus desceu com eles e parou num lugar plano. Estavam ali muitos dos seus discípulos e uma imensa multidão procedente de toda a Judéia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sidom, 18 que vieram para ouvi-lo e serem curados de suas doenças. Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados, 19 e todos procuravam tocar nele, porque dele saía poder que curava todos.20 Olhando para os seus discípulos, ele disse: “Bem-aventurados vocês, os pobres, pois a vocês pertence o Reino de Deus. 21 Bem-aventurados vocês, que agora têm fome, pois serão satisfeitos. Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir. 22 Bem-aventurados serão vocês,quando os odiarem,expulsarem e insultarem, e eliminarem o nome de vocês, como sendo mau, por causa do Filho do homem. 23 “Regozijem-se nesse dia e saltem de alegria, porque grande é a sua recompensa nos céus. Pois assim os antepassados deles trataram os profetas. Jesus apresenta três disciplinas em sequência: solitude ( isolamento intencional com objetivo de reflexão, meditação - no caso do cristão seria estar a sós com Deus e a Sua Palavra expressa na Bíblia), comunidade e ministério. Oração Primeiramente passa a noite orando para escolher qual seria a comunidade mais próxima - seus discípulos para trabalhar. Depois forma e desenvolve esse grupo preparando-os para o serviço -ministério oração não e disciplina fácil pois Jesus passou uma noite inteira em oração. Na oração lembro-me do Filho Prodigo que procurou o Pai, atraído pelo amor do mesmo e retornou para receber o abraço e o beijo . Jesus mesmo falou que: " Aquele que me amar guardará minha palavra e meu Pai o amara, e iremos ate ele e faremos dele a nossa casa" João 14:23. Entendo então que sou a casa de Deus e Ele mora no mais profundo do meu ser. Comunidade Ela ocorre quando a minha solitude encontra a solitude de meu irmão e assim a comunidade se forma. É constituída ao mesmo tempo de pessoas vulneráveis e amadas por Deus. Se você me perguntar como é a vida nessa comunidade, posso te dizer que viver em comunidade é outra disciplina que exige esforco. Eventualmente os relacionamentos não são amorosos . Às vezes meu irmão pode achar que eu, por não estar correspondendo à suas expectativas, é que sou o "elemento traidor dessa fraternidade". Por isso é importante que a solitude preceda a comunidade pois então só vamos encontrar o irmão após nos sentirmos incondicionalmente amados por Deus. Se não agirmos assim vamos esperar ou exigir que nossos irmãos nos deem o que só o Pai pode dar e aí podemos destruir o grupo por causa de nossas carências. O objetivo da vida em comunidade e aprender juntos sobre a vida do Espirito em nós e entre nós dando a ele a liberdade para que ele realize esse passeio em nossas vidas. Ministério Henri Nouwen refere ter vivenciado um abraco amoroso de Deus no convívio e pastoreio de pessoas deficientes tanto física como mentalmente na comunidade A ARCA, dirigida por Jean Vanier. Foi nesse trabalho junto aos "pobres de espirito a quem foi dado o Reino dos Céus" que sentiu que lá era o seu lugar de trabalho e de lutas; onde via sua luz e a sua sombra e no ministério descobriu sua real identidade. Para uma vida no Ministério precismos de perdão e celebração. Perdão porque todos temos feridas e somos imperfeitos e nem sempre meu irmão pode dar o que preciso e quando faco disso motivo de discórdia é que posso estar idolatrando a mim mesmo como me ensina Mateus: 21 Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” 22 Jesus respondeu: “Eu lhe digo: Não até sete, mas até setenta vezes sete. Mateus 18.22 Celebração Preciso receber e me alegrar com o dom dos irmãos como um reflexo de Deus. Alguem já disse que o dom é um pedacinho do amor do Pai que nos empresta para cuidarmos uns dos outros. Meus dons dados por Deus servem à comunidade e retornam para mim de modo que eu e todos nos alegramos com isso. Jesus fez os discípulos olharem o ministério que vinha pela frente conscientizando-os de suas pobrezas, fomes e rejeições. E avisa-os para regozijarem-se com isso, celebrarem, pois essas pobrezas, fomes e rejeições não darão a última palavra. Deus é que dá essa última palavra. Boa meditação! Escreva abaixo sua oração: Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Escrito por jwilson às 16h01
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Solitude, comunidade e ministério
Em Lucas 6:12 a 23 lemos: A Escolha dos Doze Apóstolos 12 Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. 13 Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou apóstolos:14 Simão, a quem deu o nome de Pedro; seu irmão André; Tiago; João; Filipe; Bartolomeu;15 Mateus; Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Simão, chamado zelote; 16 Judas, filho de Tiago; e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor. 17 Jesus desceu com eles e parou num lugar plano. Estavam ali muitos dos seus discípulos e uma imensa multidão procedente de toda a Judéia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sidom, 18 que vieram para ouvi-lo e serem curados de suas doenças. Os que eram perturbados por espíritos imundos ficaram curados, 19 e todos procuravam tocar nele, porque dele saía poder que curava todos.20 Olhando para os seus discípulos, ele disse: “Bem-aventurados vocês, os pobres, pois a vocês pertence o Reino de Deus. 21 Bem-aventurados vocês, que agora têm fome, pois serão satisfeitos. Bem-aventurados vocês, que agora choram, pois haverão de rir. 22 Bem-aventurados serão vocês,quando os odiarem,expulsarem e insultarem, e eliminarem o nome de vocês, como sendo mau, por causa do Filho do homem. 23 “Regozijem-se nesse dia e saltem de alegria, porque grande é a sua recompensa nos céus. Pois assim os antepassados deles trataram os profetas. Jesus apresenta três disciplinas em sequência: solitude ( isolamento intencional com objetivo de reflexão, meditação - no caso do cristão seria estar a sós com Deus e a Sua Palavra expressa na Bíblia), comunidade e ministério. Oração Primeiramente passa a noite orando para escolher qual seria a comunidade mais próxima - seus discípulos para trabalhar. Depois forma e desenvolve esse grupo preparando-os para o serviço -ministério oração não e disciplina fácil pois Jesus passou uma noite inteira em oração. Na oração lembro-me do Filho Prodigo que procurou o Pai, atraído pelo amor do mesmo e retornou para receber o abraço e o beijo . Jesus mesmo falou que: " Aquele que me amar guardará minha palavra e meu Pai o amara, e iremos ate ele e faremos dele a nossa casa" João 14:23. Entendo então que sou a casa de Deus e Ele mora no mais profundo do meu ser. Comunidade Ela ocorre quando a minha solitude encontra a solitude de meu irmão e assim a comunidade se forma. É constituída ao mesmo tempo de pessoas vulneráveis e amadas por Deus. Se você me perguntar como é a vida nessa comunidade, posso te dizer que viver em comunidade é outra disciplina que exige esforco. Eventualmente os relacionamentos não são amorosos . Às vezes meu irmão pode achar que eu, por não estar correspondendo à suas expectativas, é que sou o "elemento traidor dessa fraternidade". Por isso é importante que a solitude preceda a comunidade pois então só vamos encontrar o irmão após nos sentirmos incondicionalmente amados por Deus. Se não agirmos assim vamos esperar ou exigir que nossos irmãos nos deem o que só o Pai pode dar e aí podemos destruir o grupo por causa de nossas carências. O objetivo da vida em comunidade e aprender juntos sobre a vida do Espirito em nós e entre nós dando a ele a liberdade para que ele realize esse passeio em nossas vidas. Ministério Henri Nouwen refere ter vivenciado um abraco amoroso de Deus no convívio e pastoreio de pessoas deficientes tanto física como mentalmente na comunidade A ARCA, dirigida por Jean Vanier. Foi nesse trabalho junto aos "pobres de espirito a quem foi dado o Reino dos Céus" que sentiu que lá era o seu lugar de trabalho e de lutas; onde via sua luz e a sua sombra e no ministério descobriu sua real identidade. Para uma vida no Ministério precismos de perdão e celebração. Perdão porque todos temos feridas e somos imperfeitos e nem sempre meu irmão pode dar o que preciso e quando faco disso motivo de discórdia é que posso estar idolatrando a mim mesmo como me ensina Mateus: 21 Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” 22 Jesus respondeu: “Eu lhe digo: Não até sete, mas até setenta vezes sete. Mateus 18.22 Celebração Preciso receber e me alegrar com o dom dos irmãos como um reflexo de Deus. Alguem já disse que o dom é um pedacinho do amor do Pai que nos empresta para cuidarmos uns dos outros. Meus dons dados por Deus servem à comunidade e retornam para mim de modo que eu e todos nos alegramos com isso. Jesus fez os discípulos olharem o ministério que vinha pela frente conscientizando-os de suas pobrezas, fomes e rejeições. E avisa-os para regozijarem-se com isso, celebrarem, pois essas pobrezas, fomes e rejeições não darão a última palavra. Deus é que dá essa última palavra. Boa meditação! Escreva abaixo sua oração: Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Escrito por jwilson às 16h01
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Os mordomos e o pastor
22 Dirigindo-se aos seus discípulos, Jesus acrescentou: “Portanto eu lhes digo: Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. 23 A vida é mais importante do que a comida, e o corpo, mais do que as roupas. 24 Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta. E vocês têm muito mais valor do que as aves(...)28 Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, quanto mais vestirá vocês, homens de pequena fé! 29 Não busquem ansiosamente o que comer ou beber; não se preocupem com isso. (...) 31 Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas lhes serão acrescentadas. 32 “Não tenham medo, pequeno rebanho, pois foi do agrado do Pai dar-lhes o Reino. 33 Vendam o que têm e dêem esmolas. Façam para vocês bolsas que não se gastem com o tempo, um tesouro nos céus que não se acabe, onde ladrão algum chega perto e nenhuma traça destrói. 34 Pois onde estiver o seu tesouro, ali também estará o seu coração. Lucas 12 Depois de tratar do pecado da avareza e do egoismo nos versículos anteriores (1-21) falando à multidão, Jesus fala duas coisas agora somente aos seus discípulos : primeiro da fidelidade de Deus àqueles que “buscam o reino” , a não ficarem preocupados desnecessariamente com os cuidados da vida e com isso perder tudo de bom que essa vida pode proporcionar na companhia do Pai e ainda ter a chance de trazer outras pessoas para esse Reino. Nos versículos seguintes ele reforça esse ensino da temporalidade dos bens e adverte os discípulos para que estejam prontos para uma crise, provavelmente em relação aos eventos relacionados à crucificação. Alguns referem-se a esse texto como Jesus falando de sua Segunda Vinda. Jesus fala de um senhor que quando retorna de um afastamento, encontra seus servos em prontidão. A volta do senhor sempre é inesperada – pode ser de noite ou de madrugada. Ele fica tão contente ao encontrar seus servos à postos que ele mesmo passa a servi-los invertendo o papel normalmente esperado. Jesus fala então da responsabilidade dos servos. Prontidão para o Serviço 35 “Estejam prontos para servir, e conservem acesas as suas candeias, 36 como aqueles que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento; para que, quando ele chegar e bater, possam abrir-lhe a porta imediatamente. 37 Felizes os servos cujo senhor os encontrar vigiando, quando voltar. Eu lhes afirmo que ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa, e virá servi-los. 38 Mesmo que ele chegue de noite ou de madrugada, felizes os servos que o senhor encontrar preparados.39 Entendam, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora viria o ladrão, não permitiria que a sua casa fosse arrombada. 40 Estejam também vocês preparados, porque o Filho do homem virá numa hora em que não o esperam”. Lucas 12 A pergunta de Pedro: 41 Pedro perguntou: “Senhor, estás contando esta parábola para nós ou para todos?” Jesus faz Pedro pensar com outra pergunta: 42 O Senhor respondeu: “Quem é, pois, o administrador fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para lhes dar sua porção de alimento no tempo devido?43 Feliz o servo a quem o seu senhor encontrar fazendo assim quando voltar. 44 Garanto-lhes que ele o encarregará de todos os seus bens. Um mordomo competente cuidava de fazenda como um todo , incluindo a devida alimentação de seus subalternos. Devia elaborar programas de manutenção da casa, de como cuidar da plantação, dos animais,etc. Normalmente os mordomos gozavam de autonomia e da inteira confiança de seu senhor. Mas poderia acontecer eventualmente que algum mordomo relaxasse nas suas funções. Já que o senhor demorava... 45 Mas suponham que esse servo diga a si mesmo: ‘Meu senhor se demora a voltar’, e então comece a bater nos servos e nas servas, a comer, a beber e a embriagar-se. 46 O senhor daquele servo virá num dia em que ele não o espera e numa hora que não sabe, e o punirá severamente e lhe dará um lugar com os infiéis. Talvez o mordomo não tivesse para quem mostrar o seu trabalho e ficasse desmotivado, ou não. O que não se admitiria era que ele fosse bater nos servos e nas servas, a comer, a beber e a embriagar-se. Esse mordomo da parábola ficaria classificado como “infiel”. O que pegou mal foi o tratamento em relação às outras pessoas da casa e até a si mesmo. Já naquela época estava clara a certeza do castigo para quem não é responsável como mordomo como Deus se referiu a Israel e lemos em Amós 3:1-2. 1 Ouçam esta palavra que o SENHOR falou contra vocês, ó israelitas; contra toda esta família que tirei do Egito:2 “Escolhi apenas vocês de todas as famílias da terra; por isso eu os castigarei por todas as suas maldades”. A responsabilidade recai maior sobre aqueles que muito receberam. 47 “Aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Jesus conclui com a certeza do castigo para aqueles que deixam de cumprir o seu dever. Os homens não são julgados apenas por fazer o mal mas também por deixar de fazer o bem – Tiago 4:17: Pensem nisto, pois: Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz, comete pecado. E Jesus conclui: 48 Mas aquele que não a conhece e pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido. Mesmo nesse caso último do mordomo mal informado, mesmo os açoites sendo poucos, não devemos subestimar a vontade do Pai. Não existe ignorância moral absoluta, todos os mordomos tem responsabilidade. Enquanto leio esse texto dos mordomos percebo que tem muito a ver com ministério com pessoas. Traço um paralelo dele com a Parábola da Ovelha Perdida: 3 Então Jesus lhes contou esta parábola: 4 “Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la? 5 E quando a encontra, coloca-a alegremente nos ombros 6 e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida’. 7 Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se. Lucas 15 O pastor (assim como com os mordomos) possuía a um programa de trabalho que consistia de cuidar de cem ovelhas em atenção integral, mas não hesitou em parar seu programa para cuidar da ovelha desgarrada – a estória nos ensina que pessoas são mais importantes que programas e que é isso que Jesus também está ensinando na parábola dos mordomos acima descrita. Todos somos mordomos daquilo que Deus nos confiou. Devemos buscar qual é a vontade do Pai – buscar o Reino - e cumpri-la. O Reino de Deus é o das pessoas. Escreva sua oração: Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Categoria: parábolas
Escrito por jwilson às 08h57
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- Misericórdia, Pai! O resto? O Senhor decide
A Parábola do Fariseu e do Publicano Cenário Jesus se dirige aos fariseus presentes para advertí-los ao contar esta parábola.. 9 A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: 10 “Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. 11 O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano.12 Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’.13 “Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’.14 “Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.Lucas 18 O fariseu da estória não se achava pecador nem necessitado da graça perdoadora de Deus. Só não chegou a parabenizar Deus “por ter um servo tão excelente” mas passou perto. Quando começou sua oração, primeiro falou daquilo que costumava se abster e depois começou a se gabar de suas práticas piedosas as quais iam inclusive além das exigências da Lei em Deuteronômio 14 :22 . A parábola nos previne e ensina o espirito com que as pessoas devem orar. No Templo eram proferidas tanto orações publicas como particulares, o que parece ser o caso aqui. Se observarmos a linguagem corporal narrada percebemos que o fariseu , que tinha status religioso , orou em pé mas o publicano “ficou à distância” pois era visto como um traidor do seu povo por coletar impostos para Roma . Na apreciação de Jesus esse grupo de fariseus religiosos se perdia em sua religiosidade de resultados pois queriam honra e dinheiro, leiam: Lucas 11: 42 “Ai de vocês, fariseus, porque dão a Deus o dízimo da hortelã, da arruda e de toda a sorte de hortaliças, mas desprezam a justiça e o amor de Deus! Vocês deviam praticar estas coisas, sem deixar de fazer aquelas.43 “Ai de vocês, fariseus, porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público! Lucas 16: 13 “Nenhum servo pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará outro, ou se dedicará a um e desprezará outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”. 14 Os fariseus, que amavam o dinheiro, ouviam tudo isso e zombavam de Jesus. 15 Ele lhes disse: “Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece o coração de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus. Já com o publicano fica nítida a grande convicção do pecado que o publicano carregava consigo. Sua linguagem corporal era outra: batia em seu próprio peito como sinal de tristeza. Sua oração é simples e profunda. “Tem misericórdia”o verbo é hilastheti - “seja removida a tua ira” (ira de Deus) .Enquanto o publicano pede perdão, reconhece o que não o merece - um exemplo para nós. Será que oramos assim? O publicano nada pleiteia, nada pede a não ser a misericórdia do Pai e aceita tudo o que esse Pai entender de colocar em sua vida . Pausa para meditar: será que eu oro assim ou minha oração consiste de um sem número de petições ao Pai sem cogitar do que eu realmente mereceria pelo meu pecado? Paulo é específico em Romanos 3: 21 Mas agora se manifestou uma justiça que provém de Deus, independente da Lei, da qual testemunham a Lei e os Profetas, 22 justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo para todos os que crêem. Não há distinção, 23 pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, Foi a oração desse publicano que foi aceita para justificação – foi declarado justo e inocentado. Enquanto isso vemos que a oração de auto-exaltação do fariseu funcionou no caminho inverso - o da humilhação. Precisamos pensar e repensar nossa oração. Com que espirito eu oro? Será que no secreto da minha alma eu acho que Deus deve para mim? Será que eu gostaria de ter crédito de boas obras com Ele para garantir a qualidade da Sua resposta à minha oração? Ore agora a oração do publicano repetindo-a muitas vezes como ele mesmo deve ter feito. Se sentir vontade bata no peito em sinal de contrição convicto de apenas duas coisas: que você é pecador e necessita da misericórdia do Pai. Compartilhe depois com a sua comunidade. Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Categoria: parábolas
Escrito por jwilson às 14h35
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A Parábola da Viúva Persistente 1 Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. 2 Ele disse: “Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com os homens. 3 E havia naquela cidade uma viúva que se dirigia continuamente a ele, suplicando-lhe: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário’.4 “Por algum tempo ele se recusou. Mas finalmente disse a si mesmo: ‘Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens, 5 esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha mais me importunar’ ”.6 E o Senhor continuou: “Ouçam o que diz o juiz injusto. 7 Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?8 Eu lhes digo: Ele lhes fará justiça, e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?” Cenário Jesus estava falando aos seus discípulos sobre a vinda do Reino de Deus e a Segunda Vinda e está estimulando seus discípulos a manterem uma vida de perseverança na oração entre o Reino - que já chegou e a Segunda Vinda - futura :20 Certa vez, tendo sido interrogado pelos fariseus sobre quando viria o Reino de Deus, Jesus respondeu: “O Reino de Deus não vem de modo visível, 21 nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está’; porque o Reino de Deus está entre vocês”. Lucas 17 Jesus sabe que no período do aguardo da resposta à nossa oração podemos ficar desanimados ,mas ensina que seus discípulos devem assim mesmo continuar orando sem esmorecer sendo recompensados na oração com intimidade do Pai durante o tempo da espera. No Antigo Testamento – “viúvas” e “órfãos” tipificam os que são inocentes, leiam os exemplos: Em Isaías:16 Lavem-se! Limpem-se!Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal, 17 aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva. Isaías 1 No Êxodo:22 “Não prejudiquem as viúvas nem os órfãos; 23 porque se o fizerem, e eles clamarem a mim, eu certamente atenderei ao seu clamor. Êxodo 22 A verdade é que parece que esta mulher tinha direitos legais que estavam sendo violados. Pelos versículos acima pressupomos inclusive que viúvas e órfãos deveriam ter primazia nos julgamentos de seus direitos nas cortes de julgamentos. Talvez uma dívida , herança ou promessa tenham sido negadas a ela.Mas haviam juízes e juízes. A preocupação com aqueles que julgam já era antiga. Vejam o exemplo de Josafá ao nomear juízes: 4 Josafá morava em Jerusalém; e percorreu de novo a nação, desde Berseba até os montes de Efraim, fazendo-o voltar para o SENHOR, o Deus dos seus antepassados. 5 Ele nomeou juízes em cada uma das cidades fortificadas de Judá, 6 dizendo-lhes: “Considerem atentamente aquilo que fazem, pois vocês não estão julgando para o homem, mas para o SENHOR, que estará com vocês sempre que derem um veredicto. 7 Agora, que o temor do SENHOR esteja sobre vocês. Julguem com cuidado, pois o SENHOR, o nosso Deus, não tolera nem injustiça nem parcialidade nem suborno”. 2 Cronicas 19 Amós em seu tempo de profeta ficou irritado por duas vezes com a corrupção dos juizes: Primeira: 6 Assim diz o SENHOR:“Por três transgressões de Israel,e ainda mais por quatro,não anularei o castigo. Vendem por prata o justo,e por um par de sandálias o pobre.7 Pisam a cabeça dos necessitados como pisam o pó da terra, e negam justiça ao oprimido. Pai e filho possuem a mesma mulher e assim profanam o meu santo nome. Amos 2 Segunda: 7 Vocês estão transformando o direito em amargura e atirando a justiça ao chão,8 (aquele que fez as Plêiades e o Órion, que faz da escuridão, alvorada e do dia, noite escura, que chama as águas do mar e as espalha sobre a face da terra; SENHOR é o seu nome.9 Ele traz repentina destruição sobre a fortaleza, e a destruição vem sobre a cidade fortificada), 10 vocês odeiam aquele que defende a justiça no tribunal e detestam aquele que fala a verdade. 11 Vocês oprimem o pobre e o forçam a dar-lhes o trigo. Por isso, embora vocês tenham construído mansões de pedra, nelas não morarão; embora tenham plantado vinhas verdejantes, não beberão do seu vinho. Amos 5 Então percebemos que há um tribunal divino para os juízes. No caso da parábola se a viúva deve estar em seu direito real ou o juiz está retardando à espera de um suborno dela ou os adversários dela já subornaram o juiz. Acresça-se a isso o fato de que normalmente as mulheres não iam aos tribunais e se essa mulher foi é porque não havia nenhum homem da família que pudesse ou quisesse ir por ela para pressionar o juiz. Por aí vemos seu total desamparo. Bailey em Parábolas de Lucas (Ed. Vida Nova pag.316) faz um comentário interessante: Na sociedade tradicional do Oriente médio as mulheres são geralmente impotentes em nosso mundo de homens. Mas ao mesmo tempo, elas são respeitadas e honradas. Os homens podem ser maltratados em público, mas nunca as mulheres. Isto explica o fato do juiz não tê-la tratado mal mesmo que ela tivesse lhe falado alguns impropérios. Explica inclusive o soliloquio dele: ‘Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens, 5 esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha mais me importunar’. Conclusão: A parábola nos fala de perseverança e especialmente de esperança na oração. Essa mulher fez bom uso daquilo que tinha e é exemplo para nós que muitas vezes nos entregamos ao desânimo. Afinal, se as necessidades dessa mulher foram satisfeitas, quanto mais as nossas que oramos a um juiz não corrupto, mas um Pai terno e amoroso. Temos duas palavras finais de Jesus. Uma de esperança: 7 Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Outra de advertência: Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?” Jesus está prevendo que nos últimos dias a fé que estimula à oração não será uma característica marcante da Igreja. Precisamos nos exortar uns aos outros à oração nesse tempo de espera pois há uma recompensa nela: 6 Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. Escreva aqui sua oração: Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Categoria: parábolas
Escrito por jwilson às 16h49
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Onde você está?
11 Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos. 12 O mais novo disse ao seu pai: ‘Pai, quero a minha parte da herança’. Assim, ele repartiu sua propriedade entre eles.13 “Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha, e foi para uma região distante; e lá desperdiçou os seus bens vivendo irresponsavelmente.14 Depois de ter gasto tudo, houve uma grande fome em toda aquela região, e ele começou a passar necessidade. 15 Por isso foi empregar-se com um dos cidadãos daquela região, que o mandou para o seu campo a fim de cuidar de porcos. 16 Ele desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam, mas ninguém lhe dava nada.17 “Caindo em si, ele disse: ‘Quantos empregados de meu pai têm comida de sobra, e eu aqui, morrendo de fome! 18 Eu me porei a caminho e voltarei para meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e contra ti. 19 Não sou mais digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus empregados’. 20 A seguir, levantou-se e foi para seu pai.“Estando ainda longe, seu pai o viu e, cheio de compaixão, correu para seu filho, e o abraçou e beijou.21 “O filho lhe disse: ‘Pai, pequei contra o céu e contra ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho’.22 “Mas o pai disse aos seus servos: ‘Depressa! Tragam a melhor roupa e vistam nele. Coloquem um anel em seu dedo e calçados em seus pés. 23 Tragam o novilho gordo e matem-no. Vamos fazer uma festa e alegrar-nos. 24 Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado’. E começaram a festejar o seu regresso. 5 “Enquanto isso, o filho mais velho estava no campo. Quando se aproximou da casa, ouviu a música e a dança.26 Então chamou um dos servos e perguntou-lhe o que estava acontecendo.27 Este lhe respondeu: ‘Seu irmão voltou, e seu pai matou o novilho gordo, porque o recebeu de volta são e salvo’.28 “O filho mais velho encheu-se de ira, e não quis entrar. Então seu pai saiu e insistiu com ele. 29 Mas ele respondeu ao seu pai: ‘Olha! todos esses anos tenho trabalhado como um escravo ao teu serviço e nunca desobedeci às tuas ordens. Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. 30 Mas quando volta para casa esse teu filho, que esbanjou os teus bens com as prostitutas, matas o novilho gordo para ele!’31 “Disse o pai: ‘Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu. 32 Mas nós tínhamos que celebrar a volta deste seu irmão e alegrar-nos, porque ele estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado’ ”.Lucas 15 Assim como Lucas 15:4-11 esta é uma parábola dupla – cada metade tem estrutura semelhante porém distinta. A parábola refere-se a Deus, um pecador que se arrepende e um outro que se julga justo.É bom lembrar o contexto em que esse evento da parábola se dava, qual era a platéia e que Jesus queria advertir fariseus e mestres da Lei: 1 Todos os publicanos e “pecadores” estavam se reunindo para ouvi-lo. 2 Mas os fariseus e os mestres da lei o criticavam: “Este homem recebe pecadores e come com eles”.Lucas 15 Pedir a herança para um pai vivo tem o mesmo significado que desejar que o pai morra. E o mais incrível é que esse pai humilhado por esse pedido fornece exatamente o que o filho lhe pede ao invés de discipliná-lo pois era um caso de rebeldia e insulto ao pai, como veremos em Deuteronômio 21. Em relação a heranças, no Velho Testamento existem dois casos que são dignos de nota : 1 Naquele tempo Ezequias ficou doente e quase morreu. O profeta Isaías, filho de Amoz, foi visitá-lo e lhe disse: “Assim diz o SENHOR: ‘Ponha em ordem a sua casa, pois você vai morrer; não se recuperará’ ”.2 Reis 20:1 Ezequias teria de fazer um testamento, geralmente oral, de seus bens pois estava em iminência de morte (o que não é o caso do pai da parábola).Em outro exemplo: 5 Abraão deixou tudo o que tinha para Isaque. 6 Mas para os filhos de suas concubinas deu presentes; e, ainda em vida, enviou-os para longe de Isaque, para a terra do oriente.7 Abraão viveu cento e setenta e cinco anos. 8 Morreu em boa velhice, em idade bem avançada, e foi reunido aos seus antepassados. Gênesis 25. Nesse exemplo vemos que o fato de deixar um presente específico para um filho faz com que o mesmo seja eliminado de quaisquer direitos sobre o resto da herança. O pai sabe que o filho será tratado com hostilidade pela aldeia que ele rejeitou viver e então o pai faz uma série de atos para restaurar a dignidade do filho perdido e restaurá-lo à comunhão com a a comunidade. Possivelmente quando o pai sai para encontra-lo na estrada já é parte desse processo. Faz com que a reconciliação se torne pública já na entrada da aldeia onde costumavam ficar as pessoas importantes da comunidade e evita a disciplina de Deuteronômio de que depois discorreremos. O beijo no rosto é sinal de igualdade pois normalmente o filho beijaria seu pai na mão ou no pé. O filho responde com parte de seu discurso preparado - a parte do discurso : trata-me como um dos teus empregados’ (v.19) não aparece no v.21.Presume-de que o pai o interrompeu e assim ele não foi alijado da posição de filho. Coisas da Graça. A ordem do pai para o servos vestirem o filho assegura ao filho um respeito especial por parte dos servos que estariam esperando um indicio do pai para saberem como tratar esse filho que voltou.A melhor roupa possivelmente era a do pai usada para as grandes ocasiões. O anel sugere que ele continuava de inteira confiança da família. Os sapatos simbolizam que ele era um homem livre. A morte do bezerro cevado simboliza que a aldeia seria convidada para a esta. A primeira parte da parábola termina em Celebração. O filho mais velho O interessante é que ao chegar próximo à casa ele não entra como seria de se esperar, mas pede informações:26 Então chamou um dos servos e perguntou-lhe o que estava acontecendo. Provavelmente ainda não sabia em que condições o irmão teria regressado (pois poderia até ter voltado mais rico que todos) e provavelmente só depois é que deve ter sido informado da realidade dos fatos, da falência do irmão. Sem saber ao certo recusa-se a entrar na casa negando dignidade à festa que se desenvolvia na mesma, pois normalmente seu papel era estar presente à mesma e verificando se todos estavam sendo bem servidos. Além de tudo ao negar-se a entrar estava desabonando a dignidade restaurada que seu pai havia restituído ao seu irmão – criava um problema com o próprio pai. Fica uma brecha entre esse filho e esse pai novamente humilhado.Esse filho entra no espirito dos fariseus, na fileira das noventa e nove ovelhas que não se perderam, que nunca desobedeceram a ordem do pastor e que não necessitavam de arrependimento (Lucas 15:4-7). Acusa o pai de favoritismo : 29 Mas tu nunca me deste nem um cabrito para eu festejar com os meus amigos. Um bezerro cevado é maior que um cabrito – você gosta mais dele que de mim - já viu esse filme?(Será que às vezes não fazemos o mesmo com o Pai quando vemos outros irmãos serem aparentemente mais abençoados que nós?) Ao usar a expressão esse teu filho no v.30 de certo modo o mais velho declara que não faz ou não quer fazer mais parte dessa família. Cá entre nós os valores dele eram mais baixos pois achava que alegrar-se com os amigos era mais prazeroso que ter seu irmão restituído à família. E ainda existiria a possibilidade de que esse irmão legalista desejasse que a lei fosse cumprida e que o irmão mais novo fosse morto de acordo com a Lei (não se esqueça que os fariseus eram a platéia de Jesus e devem ter pensado igual a ele) em Deuteronômio 21: 18 “Se um homem tiver um filho obstinado e rebelde que não obedece ao seu pai nem à sua mãe e não os escuta quando o disciplinam, 19 o pai e a mãe o levarão aos líderes da sua comunidade, à porta da cidade, 20 e dirão aos líderes: ‘Este nosso filho é obstinado e rebelde. Não nos obedece! É devasso e vive bêbado’. 21 Então todos os homens da cidade o apedrejarão até a morte. Eliminem o mal do meio de vocês. Todo o Israel saberá disso e temerá. E ficaríamos com o irmão mais novo desejando a morte do pai, pelo menos no início da estória e o irmão mais velho, legalista, provavelmente desejando a morte do irmão, achando que a Lei devesse ser cumprida.Na verdade os dois filhos estiveram ou estavam distanciados do pai , cada um do seu jeito, e os irmãos distanciados pela atitude do mais velho. Mas esse pai não dá ordem ao filho mais velho para entrar na festa,o pai declara a esse filho que tudo entre os dois era comum e somente pede que ele entre na festa e alegre-se, dignificando a família e principalmente seu irmão. Não sabemos qual foi a atitude do irmão pois a estoria termina com os rogos do pai provavelmente para os circunstantes pensarem no assunto (e nós também). Embora um derramamento especial da Graça tenha sido dado ao irmão mais novo o pai assegura ao mais velho que seus direitos estão protegidos e que a categoria que o filho mais velho se impôs de “servo” não condiz com o relacionamento que o pai lhe oferece: tudo o que é meu é seu. Os fariseus ao ouvirem a estória do filho mais velho e seu legalismo são levados a pensar: eu sou este homem. São desafiados a reagirem e aceitarem o convite de entrar na festa O mesmo pai que foi a estrada também vai ao quintal. E você, onde está? Estrada ou quintal? O Pai prefere te ver na festa.Escreva abaixo sua oração: Jorge Wilson Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br Textos Bíblicos – CDROM – NVI -Concordância Exaustiva da Bíblia Sagrada.
Categoria: parábolas
Escrito por jwilson às 13h47
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Tem festa - aqui e no céu
As parábolas da ovelha e da moeda Estas são duas parábolas em que a segunda reforça a primeira. Cenário: 1 Todos os publicanos e “pecadores” estavam se reunindo para ouvi-lo. 2 Mas os fariseus e os mestres da lei o criticavam: “Este homem recebe pecadores e come com eles”. No Oriente um nobre pode alimentar pessoas necessitadas como sinal de generosidade , mas não come com elas. Convidar uma pessoa para a refeição e comer com ela é sinal de honra e prestígio. Pensa-de que o convidado está trazendo honra à casa onde é recebido. Comer junto é uma oferta de paz, fraternidade, significa compartilhar a própria vida. Neste caso inclusive Jesus era o anfitrião. Dessa forma quando Jesus convida para sua refeição publicanos e pecadores está cumprindo sua missão. Leia Marcos 2:19: 19 Jesus respondeu: “Como podem os convidados do noivo jejuar enquanto este está com eles? Não podem, enquanto o têm consigo. Devido à explicação sobre a importância do “comer junto” a que nos referimos vemos como Jesus era criticado por comer com esses pecadores e possivelmente até de hospedar esses homens (Lucas 15:2). Jesus não deixou que a estrutura farisaica interferisse em seu ministério e se defende contando as parábolas em que proscritos sociais – pastores e mulheres são os agentes. A parábola da ovelha perdida 3 Então Jesus lhes contou esta parábola: 4 “Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la? 5 E quando a encontra, coloca-a alegremente nos ombros 6 e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida’. 7 Eu lhes digo que, da mesma forma, haverá mais alegria no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não precisam arrepender-se. Fica bem nítido como esse pastor pensa: a posse de noventa e nove ovelhas não é substituto para perda de uma. E esse pastor se alegra duas vezes: uma quando encontra a ovelha e a coloca nos ombros e outra quando reúne os amigos e vizinhos. Ele sente-se responsável atua como tal - procurou a ovelha e a trouxe nos ombros carregando o fardo – custou esforço. A comunidade também se alegra com o pastor – é bom para ela. O amor gracioso que o pastor demonstra é o que Jesus está ensinado: fariseus e publicanos pertencem a Deus que os quer ganhar de volta para Si .O amor divino se manifesta para procurar o pecador antes mesmo do arrependimento do mesmo. Leon Morris em eu comentário de Lucas, ensina (Ed Vida Nova, 3ª reimpressão- pág 224):
O grande estudioso judaico C.G.Montefiore , viu aqui uma nota distintiva e revolucionária: Deus ativamente procura os pecadores e os traz para casa. Os rabinos concordavam com a idéia de que Deus faria as boas-vindas para o pecador arrependido, Mas é ideia nova que Deus é um Deus que busca , um Deus que toma a iniciativa. A segunda parábola é a da Mulher e a Moeda Perdida 8 “Ou, qual é a mulher que, possuindo dez dracmas e, perdendo uma delas, não acende uma candeia, varre a casa e procura atentamente, até encontrá-la? 9 E quando a encontra, reúne suas amigas e vizinhas e diz: ‘Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida’. 10 Eu lhes digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”. Jesus conta a história de uma mulher que havia perdido uma moeda, provavelmente uma dracma – o equivalente a um dia de trabalho. Ela tinha uma pequena poupança de dez moedas. Quando deu pelo fato, ela não ficou a reclamar da vida, mas resolveu agir para recuperar a integridade de sua poupança. Como as casas da época tinham janelas muito pequenas , ela acendeu uma lamparina e começou a busca da moeda. Não encontrando, resolveu qualificar mais ainda seu trabalho e aplicou uma varredura na casa , literalmente. Não desistiu até encontrar a moeda. Nesse ponto, provavelmente cansada, a mulher poderia até dar o caso como encerrado, mas não. Essa pequena vitória deve ser contada a outras pessoas para que elas também possam se alegrar . Se é para que a alegria das vizinhas e amigas possa aumentar com a minha própria alegria isso não deve esperar; é coisa para hoje! E assim , reuniu seu pequeno grupo, sua koinonia. Não houve qualquer intervenção sobrenatural para que esta pobre mulher achasse a moeda que faltava. Bastou o fato de ela ser diligente e desenvolver toda uma estratégia de trabalho. Essas duas parábolas formam uma unidade em que a segunda parábola reforça a primeira. O valor relativo da coisa perdida é intensificado. Primeiro é de uma em cem (ovelhas) e agora é de uma em dez (moedas). Na primeira a ovelha é procurada em lugar amplo, o deserto. Nas segunda o que se perdeu está dentro dos limites de uma casa – a certeza de que a coisa perdida pode ser achada é maior desde que se disponha a procurá-la. Fica a certeza de que a busca do indivíduo é intensa e específica. Jesus está respondendo aos que o criticam por “comer com pecadores” fazendo ver a eles a intensidade e a pessoalidade com que Deus procura seus filhos. O perdido tem prioridade embora sejamos todos de grande importância para o Pai. E quando esse perdido é alcançado essa alegria deve ser compartilhada. Leia novamente a parábola pedindo ao Espírito que lhe faça perceber essa busca constante do Pai por você e escreva sua oração: Jorge Wilson Textos bíblicos – CD Rom NVI Outras meditações em:http://www.ibmorumbi.com.br/intercessao/meditacoes.asp ou no nosso blog: http://jwilson.blog.uol.com.br
Categoria: parábolas
Escrito por jwilson às 16h54
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